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Morre aos 99 anos Lilian Ross, mulher que inventou o jornalismo literário

Morre aos 99 anos Lilian Ross, mulher que inventou o jornalismo literário

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Joaquim Padilha

 

Lilian Ross, uma das precursoras do chamado jornalismo literário, morreu nesta quarta-feira (20), nos Estados Unidos, vítima de um derrame, aos 99 anos. Ela deixa um filho, Erik, e um legado na história de alguns dos maiores veículos da imprensa do país.

Ross foi a repórter mais longeva da revista New Yorker, conhecida pela qualidade de suas reportagens. Ela ingressou na revista em 1945, e em 1952 lançou seu “romance de não-ficção”, uma história jornalística contada de forma literária.

O texto se tratava da descrição das filmagens de “A Glória de um Covarde”, em Hollywood. Ross utilizava em seu texto descrições significativas, com cenas construídas a partir de importantes detalhes e diálogos reveladores, fazendo parecer que a descrição do real era na verdade, fictícia.

A técnica é a mesma usada por Trumam Capote em seu livro-reportagem “A Sangue Frio”, de 1966. Por sorte, a jornalista só entrou na New Yorker porque os homens estavam na Segunda Guerra Mundial – na época, não se contratava mulheres para as redações.

A jornalista visitou o Brasil em 2006, na Flip (Feira Literária Internacional de Paraty), quando conheceu o Dom João Henrique de Orleans e Bragança, o Dom Joãozinho. Mais tarde, ela publicaria um texto sobre o príncipe.

 

 

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